terça-feira, 27 de março de 2012


E-Commerce na Índia pode movimentar até US$ 260 bilhões em 2025, prevê estudo



O mercado indiano de comércio eletrônico deve crescer significativamente nos próximos anos, podendo alcançar entre US$ 125 bilhões e US$ 260 bilhões em 2024-25, segundo um relatório apresentado nesta segunda-feira pela First Data Corporation e Merchant Services ICICI.
Dados do relatório “’E-commerce: A boon for the current economic downturn’ também mostram que os consumidores indianos estão agora confiantes o suficiente para gastar até US$ 25.000 em compras pela internet, enquanto que há poucos anos este limite era entre  US$ 2.000-5.000.
O documento ainda revela que o setor de e-commerce faturou US$ 10 bilhões na Índia em 2011, com 57% das vendas pela internet sendo provenientes de cidades de pequeno porte.
Em termos globais, o relatório diz que o e-commerce no Brasil, EUA, Europa e China está avançando rapidamente. No caso da China, é esperado que ao longo dos próximos quatro anos o número de novos e-consumidores supere toda a população do Canadá.

Por Matheus Pereira dos Santos

segunda-feira, 19 de março de 2012


E-Mail marketing pela manhã tem o maior Open Rate e o menor Click-Through

Campanhas de e-mail marketing executadas pela parte da manhã possuem taxas de abertura (open rate) superiores quando comparadas aquelas registradas nos demais turnos, segundo um relatório apresentado pela Informz, o qual analisou 600 milhões de e-mails enviados por mais de 700 grandes e médias empresas localizadas nos Estados Unidos, Austrália, Nova Zelândia, Canadá, e Reino Unido.
Neste contexto, e-mails enviados durante período da manhã apresentaram uma taxa média de abertura de 39,2%, à frente daqueles enviados ao meio-dia (33,9%), no final da tarde (32,1%) e à noite (32%). Por outro lado, campanhas matutinas possuem a menor taxa média de cliques (16,5%), atrás daquelas enviadas à noite (18,6%), ao meio-dia (19,7%) e no final da tarde (21%).
Estes números vão contra os resultados de uma pesquisa realizada em setembro de 2011 pela Pure360, que apontou o melhor momento para enviar campanhas de e-mail marketing  entre 7 e 10:00 da manhã.
Desempenho entre os dias da semana variam pouco
Dados do estudo “2012 Association Email Marketing Benchmark Report” ainda mostram que as taxas de abertura de e-mails e de cliques não variam significativamente de acordo com o dia da semana. A taxa média de abertura varia de 32,77% verificado às terças-feiras para uma alta de 35,19% encontrado nas sextas-feiras, enquanto a taxa média de cliques apresentou desempenho inferior de 18,52% às segundas-feiras e uma elevação de 19,85% na quarta-feira. O relatório observa que a taxa de entregabilidade não varia conforme o dia.
No geral, a taxa de entrega foi de 98,28%, de abertura 34,33%, de clique 19,49% e de unsubscribe (descadastramento) 0,052%.
Frases curtas de assunto apresentam o melhor Open Rate
O estudo também descobriu que o tamanho da frase escolhida para o campo de assunto (subject) resulta em aumento significativo em relação à taxa de abertura. Frases com menos de 10 caracteres apresentam taxa média de abertura de 58%, 38% superior quando comparado ao open rate médio de frases com 50-59 caracteres (42%). Neste sentido, a taxa média de abertura de frases com 10 a 50 caracteres foi de 35%, diminuindo para 31% entre aquelas com 60-69 caracteres e 28% para frases com 70 ou mais caracteres.
Computadores desktop lideram taxas de abertura e de cliques
Inscritos em listas de e-mails marketing que abrem e-mails em computadores desktop apresentam taxas de abertura (51% vs 46%) e de cliques (15% vs 5%) maiores quando comparado aos que fazem o mesmo em dispositivos portáteis. Os dados são próximos de outro estudo realizado em 2011 pela Knotice, o que mostra que embora os usuários estejam lendo mais e-mails em aparelhos móveis, ainda estão interagindo pouco.
Por: Gabriel Augusto Gomes

quinta-feira, 8 de março de 2012

Integração do on-line e off-line é importante para o varejo

Oferecer aos consumidores uma experiência de compra multicanal, pelo qual eles podem realizar compras em sites de e-commerce e buscá-los em lojas físicas, está sendo cada vez mais importante para varejistas do mundo inteiro.
Segundo um Levantamento realizado no Reino Unido pela Shoppercentric, o comércio em estabelecimentos tradicionais continua sendo uma experiência de compra importante para os consumidores. Por exemplo, enquanto 62 por cento da geração mais jovem de compradores com idades entre 18 e 24 anos realizam compras em sites de comércio eletrônico, 46 por cento deste grupo etário também acham importante ir às compras em lojas físicas, fato que não pode ser ignorado pelos varejistas.
De acordo com Danielle Pinnington, diretora da Shoppercentric, novos canais e tecnologias estão alterando o comportamento de compra e criando novas e interessantes formas de comércio. Ela observa que a flexibilidade advinda da integração destes canais torna muito mais fácil para os consumidores escolherem como , onde e quando querem comprar.
“Muito varejistas ainda acreditam que os canais (on-line e off-line) competem entre si e acabam perdendo uma grande oportunidade” diz Pinnington.
Por: Bruno Menezes

quarta-feira, 7 de março de 2012

Cresce 113% o volume de transações no MercadoPago em 2011



A unidade de pagamentos on-line do MercadoLivre reportou nesta segunda-feira crescimento de 113% no volume de transações, saltando de 6,7 milhões em 2010 para 14,3 milhões em 2011.
A receita somou 1,312 bilhão de dólares em 2011, o que representa uma elevação de 88% quando comparado aos 698 milhões de dólares apurados no ano anterior. Os dados consideram os seis países onde MercadoPago tem operação (Brasil, México, Argentina, Chile, Colômbia e Venezuela).
Para Marcelo Coelho, diretor do MercadoPago no Brasil, inovações como a ferramenta de cobrança através de redes sociais e a implementação do LightBox, foram alguns dos grandes reesposáveis pelos bons resultados apresentados pela empresa.
“Os resultados estão alinhados com as expectativas da empresa e são resultado das inovações e parcerias que reforçaram a presença da plataforma no ambiente online, oferecendo cada vez mais segurança e rapidez para os pagamentos na internet”, conta
Por : Diego da Silva Lima.

terça-feira, 6 de março de 2012

Anúncios móveis: Investimento certo


Maioria das empresas deve investir mais em anúncios móveis


65% das empresas (sendo a maioria norte-americanas) planejam investir mais em anúncios voltados para os dispositivos móveis em 2012, à frente da proporção (52%) que havia afirmado o mesmo no ano anterior, segundo um relatório apresentado em março de 2012 pela ValueClick Media. Dentre eles, 94% planejam comprar anúncios de exibição padrão (banners), enquanto 53% dizem que vão usar anúncios do gênero com recursos de rich media, tais como vídeos.
Dados do estudo ainda mostram que 63% das empresas vão utilizar a taxas de cliques para mensurar a eficácia de suas campanhas voltadas para os dispositivos móveis, enquanto mais da metade (54%) vão avaliar os níveis de engajamento e conhecimento (52%)  dos consumidores em relação à marca gerados pelos anúncios.
49% dos comerciantes planejam elevar seus orçamentos com anúncios em sites de redes sociais, enquanto outros 49% vão dispor mais verbas para propagandas em vídeos, ante 38% que disseram o mesmo no ano anterior. Além disso, a maioria das empresas pretende implementar anúncios Pre-roll (83%) e banners (68% ) em vídeos, enquanto o nível de adesão e as taxas de cliques serão as principais formas de mensuração dos resultados.
Por outro lado, o montante investido em redes de display devem diminuir ao longo do ano, com 63% dos anunciantes afirmando manter ou reduzir investimentos nesta área, ante 60% que haviam afirmado o mesmo em 2011. Apenas 26% planejam empregar mais ações em redes de display.
Por: Gabriel Augusto Gomes

O que é Comércio Eletrônico?

O comércio eletrônico nada mais é, do que uma forma rápida e fácil de poder comprar, vender ou trocar, sem estabelecer fronteiras com uma série de vantagens, para o consumidor e para a empresa, imagine uma forma de comprar algo, sem sair de casa, de forma rápida, é isso que o comércio eletrônico nos proporciona. Com um clique do mouse é possível comprar produtos de outro continente, ou seja, o e-commerce surgiu para trazer praticidade, e gerar mais lucros para uma empresa, que não necessariamente precisa ter um espaço físico já que seu foco é voltado para entregas em todo mundo, uma empresa que cobriria um território regional, com o e-commerce pode chegar a dimensões mundiais.
Embora alvo de preconceito por muitos conservadores, o e-commerce é o futuro do ramo das vendas, veio crescendo muito nos últimos, e promete avançar nos próximos anos também.

Por: Gustavo Henrique de Sousa Silva

Seis regras essenciais para incrementar o e-commerce das pequenas e médias empresas
Se as previsões da e-Bit (empresa provedora de informações sobre o e-commerce no Brasil) se confirmarem, o comércio eletrônico deverá ter encerrado o primeiro semestre de 2011 
com um faturamento de R$ 8,8 bilhões, o que representa mais do que todas as vendas somadas em 2008 (R$ 8,2 bilhões). Os números mostram a força e o crescimento do setor, que deve chegar aos R$ 20 bilhões até o final do ano.
Com o mercado em expansão, é natural que as pequenas e médias empresas se sintam estimuladas a investir neste canal de vendas, na esperança de aproveitar o momento de explosão do e-commerce. No entanto, o comércio eletrônico não traz apenas oportunidades.
Recebo semanalmente várias solicitações de empresários dos mais diversos segmentos interessados em investir em soluções de e-commerce. Todos querem saber todos os detalhes sobre os recursos da plataforma, segurança, gestão dos estoques, sistema de pagamentos, atualização de produtos, preço e prazo de implementação. Ninguém pergunta sobre como promover a loja ou atrair consumidores. Poucos se mostram interessados quando eu faço esse questionamento, como se estivesse falando sobre um assunto sem relação nenhuma com o que precisam.
A preocupação com a promoção e a publicidade só aparece em um segundo momento, quando a loja já está no ar mas sem o índice de visitações nem de compras esperado. É quando surgem também as dúvidas: o que estou fazendo de errado? Por que meu concorrente vende mais? Por que a loja dele aparece na frente da minha no Google? Mas até chegar a este ponto a empresa talvez já tenha perdido tempo e dinheiro que poderiam ter sido investidos na promoção e publicidade que a diferenciariam.
Conscientizar-se de que o “aparecer” é tão importante quanto o “estar” na internet é o maior desafio da PME para tornar sua operação de e-commerce relevante para os negócios.  Afinal, de pouco adianta ter uma loja bem estruturada se o cliente não sabe que ela existe.
Outro engano comum é considerar que basta investir em publicidade para aparecer e ter retorno. A loja pode até se tornar conhecida, mas será que isso é suficiente para persuadir o potencial cliente a comprar?
Para começar a resolver estas questões de destacar sua operação de e-commerce no mercado, há seis pontos essenciais que precisam ser levados me consideração:
1. Aprenda como o seu cliente pensa: Atualmente as empresas medem resultados usando apenas dois indicadores: taxa de conversão e número de transações. É uma forma muito limitada de avaliação pois é como se observasse apenas a ponta de um iceberg. Na verdade o consumidor passa por várias etapas para realizar uma compra na internet. Ele pesquisa produtos, marcas e preços, escolhe e compara as condições oferecidas pelas lojas, busca opinião de outros clientes na própria loja ou nas redes sociais. E cada um desses procedimentos tem peso em sua decisão em relação à escolha do item e da loja que vai preferir.
2. Domine os fatores-chave de sucesso: Fator-chave de sucesso é o aspecto essencial para um negócio ser bem sucedido em sua área de atuação. No e-commerce, três fatores-chave são preço competitivo, prazo de entrega e comodidade para pagamento. Sem eles não há chance de concorrer no mercado, então invista para estar pelo menos no mesmo patamar que os seus concorrentes nestes indicadores.
Aproveite todas as oportunidades de contato com o cliente para medir o seu grau de satisfação nestes três aspectos por meio de uma rápida enquete e aprimore seus fatores-chave de sucesso.
3. Crie um diferencial: Se a sua empresa se destacar em um ou mais fatores-chave de sucesso em relação aos concorrentes e ao mercado em geral, parabéns. Você obteve um diferencial e deve explorá-lo para se tornar uma referência e atrair consumidores para a sua loja. Oferece o preço mais baixo, a entrega mais rápida ou as melhores condições de pagamento do mercado? Não tenha vergonha de escancarar estes benefícios no site.
Mesmo não sendo o mais barato, o mais rápido ou que aceita qualquer pagamento, sua empresa pode criar um diferencial. Pode ser a única em seu segmento a ter maior variedade de uma determinada categoria, oferecer produtos exclusivos, fazer as promoções mais criativas.
Avalie o mercado, perfil do seu público-alvo e a sua loja e descubra quais diferenciais você pode explorar.
4. Marque presença na internet: Até aqui você se dedicou a criar bons motivos para os consumidores visitarem e comprarem na sua loja. Agora precisamos divulgar que ela existe e a melhor forma de fazer isso é por meio da publicidade online. O primeiro passo é investir onde poderá se encontrado com mais facilidade: em buscadores como Google, Yahoo! e MSN Bing. Afinal, a primeira coisa que a maioria das pessoas faz quando precisa de alguma coisa na internet é acessar um desses sites. Estar nas primeiras colocações das pesquisas significa grandes chances de atrair clientes em potencial para o seu site.
Há duas formas de fazer isso. Na chamada otimização em sites de busca (SEO), a aplicação de uma série de técnicas fazem seu site ser visto como mais relevante em relação a outros e assim conseguir as melhores colocações na pesquisa de uma determinada palavra-chave. Na publicidade em sites de busca (SEM), você investe em links patrocinados (um tipo de classificado ao lado dos resultados da pesquisa) ou redes de conteúdo (seus anúncios aparecem junto com o conteúdo relacionado aos seus produtos em sites, blogs e portais parceiros do buscador.
Há diversas formas de publicidade online, mas o SEM e o SEO são as mais indicadas para começar a promover a sua loja.
5. Relacione-se com seus clientes: Mesmo que esteja interessado em um produto, você já sai comprando na primeira abordagem do vendedor? É muito provável que não. Porém, no papel de vendedor da loja virtual, é isso que você espera de todo visitante que entra no seu site, não é mesmo?
Até agora viemos preparando o terreno. A pessoa pesquisou pelo produto, encontrou o seu site, achou o diferencial interessante e resolver visitá-lo. Gostou das ofertas, dos produtos e das informações e…resolveu não comprar desta vez. O que você faz?
Se for um bom e atencioso vendedor, mesmo se depois de toda sua ajuda o cliente optou por não efetivar a compra, você deixou o seu cartão para ele se lembrar da loja. Podemos fazer o mesmo por meio da newsletter. No e-commerce, o e-mail de um cliente vale ouro. Tenha ou não feito a compra no momento, ao deixar o seu e-mail para receber a newsletter ele está autorizando você a estabelecer um relacionamento com a sua loja.
Por isso o e-mail marketing é considerado hoje como a principal ferramenta de relacionamento com os consumidores. Desde que, é claro, seja bem utilizada. Para gerar resultados efetivos, esqueças as listas e as mensagens genéricas que só geram spams para se dedicar a construir uma base de e-mails de pessoas realmente interessadas nas ofertas da sua loja. Use ferramentas de disparo de e-mails que forneçam relatórios pormenorizados. Monitore o que as pessoas se interessaram, faça uma segmentação e personalize suas mensagens de acordo com esses interesses.
É muito mais trabalhoso, mas os resultados compensam. No Brasil, há casos de empresas que aumentaram a taxa de cliques por e-mail aberto (indicador de interesse pelas ofertas) de 0,2% para 19%.
Tenha consciência de que e-mail marketing é uma forma de relacionamento e não venda direta. Invista em uma base de dados e em tecnologias que possibilitem transformar esse relacionamento em vendas, e não em spams.
6. Aprenda com os líderes de mercado: Acompanhe sistematicamente os grandes portais de e-commerce tanto no Brasil quanto no exterior. Assine as newsletters, siga-as nas redes sociais, visite e navegue nos sites semanalmente em busca de novidades.
Estas empresas investem pesadamente no aprimoramento da usabilidade, em novos recursos e formas de relacionamento e, se você souber avaliar, podem ser uma excelente fonte de aprendizado para a sua própria loja
Por: Matheus Pereira dos Santos

terça-feira, 14 de fevereiro de 2012


Conheça o ultrabook de 13,3 polegadas mais fino do mundo, o Acer Aspire S5

Medindo 15 mm de espessura e com peso de 1,35 kg, aparelho está com data marcada para o segundo trimestre de 2012.

(Fonte da imagem: Divulgação/Acer)
Dois mil e doze será marcado como o ano em que fomos inundados com notebooks ultrafinos, os ultrabooks. Provando que não está de brincadeira, a Acer anunciou hoje o modelo mais fino de 13,3 polegadas até o momento, o Aspire S5, com apenas 15 mm de espessura.
Nas palavras do presidente Jim Wong, "ultrabooks são muito mais que um segmento de produto, são uma nova tendência para os computadores móveis, e os clientes verão as características crescer progressivamente através da família de notebooks da Acer".
O Aspire S5 não deve pesar mais que 1,35 kg, tem chassi com liga de magnésio-alumínio (em Onyx) e portas USB 3.0, HDMI e até Thunderbolt, para transferëncias de dados a 20 Gbps. Em questão de configuração, contará com bateria de longa duração (8 horas), processadores Intel Core e armazenamento SSD. Ele também virá com as tecnologias de boot instantâneo (1,5 segundos) e Always Connect, como a linha Timeline Ultra da Acer.


Leia mais em: http://www.tecmundo.com.br/acer/17485-conheca-o-ultrabook-de-13-3-polegadas-mais-fino-do-mundo-o-acer-aspire-s5.htm#ixzz1mNXhktAx



Por: Gabriel Augusto Gomes

Antena Wi-Fi em spray pode ser usada em qualquer superfície

A dificuldade de encontrar um sinal Wi-Fi, ou uma fonte de recepção/transmissão de sinais para dispositivos sem fio pode estar chegando ao fim, com a solução da empresa Chamatech: um spray que pode pintar antenas de transmissão de dados em qualquer tipo de superfície ou objeto.
Spray-on-AntennaAntena spray Wi-Fi pode ser usada em qualquer superfície (Foto: Divulgação)
O conceito foi apresentado durante o evento “Solve for X”, um fórum patrocinado pelo Google, que tem como objetivo encorajar e ampliar iniciativas que visam encontrar soluções para grandes problemas do planeta. O fator “X” proposto no evento é resultado da somatória de um grande problema, uma solução radical e uma tecnologia inovadora.
Na prática, com o spray, qualquer parede, mesa, cadeira ou objeto pode se transformar em uma antena Wi-Fi. Além de ampliar a capacidade de transmissão do sinal sem fio em uma residência, é uma forma barata de oferecer essa conectividade para locais de baixa renda. Com um produto que custa bem menos do que um roteador sem fio, residências e estabelecimentos comerciais e de ensino podem, por exemplo, reforçar a potência do sinal WiMax de uma cidade, ou até mesmo do roteador doméstico.A ideia do spray da Chamatech é simples, inovadora, e bem funcional. Através de um spray que libera um material especial, toda e qualquer superfície pode se transformar em uma “antena Wi-Fi virtual”, que é capaz de transmitir e receber sinais de de dados, além de melhorar a recepção de outros dispositivos presentes no ambiente.
Outra vantagem prometida pelo kit desenvolvido pela Chamatech é que o usuário poderá utilizar a antena em spray para ampliar a capacidade de recepção de sinais sem fio de smartphones, tablets e computadores. E a melhor parte: tudo isso, com um menor consumo de bateria desses equipamentos, e com um alcance maior do sinal.
Para se ter uma ideia da eficiência do projeto, eles transformaram uma árvore comum em uma antena, que é capaz de transmitir o sinal VHF a uma distância superior a 22 km. Ou seja, o dobro do que uma antena comum é capaz de transmitir. Sobretudo, quando utilizado em smartphones, o spray é capaz de aumentar o nível de sinal em, pelo menos, 10%.
Governos de diversos países já demonstraram interesse na antena em spray, para utilização em seus departamentos de defesa. Abaixo, vídeo que explica o projeto.

Por: Matheus Pereira dos Santos